Este espaço é dedicado a publicações sobre as Ciências da Alma e da Mente - Neurociências, Neuropsicologia, Psicologia, o Ser Humano, a Consciência, Memórias e Pensamentos.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
A Medicina Oficial se abre para a questão Espiritual
Por: Dr Sérgio Felipe de Oliveira

A
questão da vida após a morte, a sobrevivência do espírito após a morte
do corpo biológico, sendo este a sede da emoção, da personalidade, da
identidade de uma pessoa na hipótese do continuum da vida, a
comunicabilidade entre a dimensão espiritual e o plano biológico nos
estados de transe, na mediunidade, o entendimento do cérebro como o
transdutor da alma e não como foco produtor do pensamento, são questões
em aberto no território da Ciência.
A visão materialista entende que a pessoa é o corpo biológico,
portanto a vida termina com a morte do corpo. Esta é uma hipótese que
não foi comprovada pela Ciência. Assim, tanto a visão espírita proposta
por Allan Kardec, quanto à visão organicista-materialista são hipóteses
abertas à investigação pela Ciência Oficial.
Afirmar o materialismo como realidade existencial é hoje uma
hipótese e não uma confirmação cientifica. Um cientista que se diz
materialista fala em nome próprio e não em nome da Ciência. A Ciência
Oficial está aberta à investigação das hipóteses espíritas tanto quanto
as hipóteses materialistas. Assim é que as universidades americanas como
a Universidade de Harvard (Mind-body Institut), a Universidade de
Virginia (Pesquisa sobre reencarnação), a Universidade do Arizona
(Laboratório de pesquisa sobre vida após a morte) www.veritas.arizona.edu
e por extensão as 50 maiores faculdades de medicina dos EUA incluem em
seus currículos de graduação e pós-graduação a Disciplina Medicina e
Espiritualidade, segundo JAMA - Journal of American Medical Association.
A OMS _ Organização Mundial de Saúde, passa a admitir o sistema
espiritual na caracterização de saúde e qualidade de vida como
observamos no protocolo do WHOQOL-100 - www.ufrgs.br/psiq/whoqol1.html - (domínio VI Aspectos espirituais, religião e crenças pessoais na tabela 2 – Domínios e facetas do WHOQOL).
Também, o CID-10, Código Internacional de Doenças, item F.44.3 -
Estados de Transe e Possessão - configura como diagnóstico médico e
qualifica o transe patológico (mediunidade/doença) quando o individuo
não tem controle sobre o fenômeno, ocorrendo de forma involuntária e não
desejada. Mas não é considerada doença o estado de transe
(mediunidade/saúde) sob domínio da pessoa em seu contexto cultural ou
religioso - www.datasus.gov.br/cid10/v2008/cid10.htm.
O DSM-IV, Casos Clínicos da Associação Americana de
Psiquiatria, chega a ser mais objetivo utilizando o termo “possessão por
espíritos”, colocando que consiste num transtorno dissociativo, com a
ressalva de que “é o termo mais próximo deste intrigante diagnóstico”,
demonstrando objetivamente que o entendimento do fenômeno ainda está em
aberto - www.psych.org.
De fato, o estado de transe é um estado dissociativo
(conversão) podendo configurar-se como Transtorno Dissociativo nos casos
patológicos (mediunidade/doença) porque a interferência espiritual
naturalmente provoca dissociação da mente. Portanto, considerar o estado
de transe como transtorno dissociativo ou conversivo não exclui a
hipótese de que seja um fenômeno espirítico.
Os estados conversivos ou dissociativos foram amplamente
estudados no Hospital Salpêtrière de Paris, na escola do Prof. Charcot,
onde Freud estudou. Em seus estudos alguns pesquisadores abordaram a
hipótese espirítica (Mediunidade) como entendimento etiológico dos
estados conversivos. Um deles foi Carl Gustav Jung que no segundo
capítulo do primeiro volume de Obras Completas (Ed. Vozes) estuda o
médium espírita. Também na mesma escola os médicos Gustav Geley e Albert
Scherenck-Notzing abordaram formalmente a hipótese espírita como valida
em medicina (Scherenck-Notzing em Le Phenomene Physique de La Mediunite
e Gustav Geley em O Ser Subconsciente). Com isso, mesmo o termo
Conversão Histérica enquanto fórmula estritamente anímica, como proposto
por Freud, não foi e não é um consenso em medicina.
Como médico participo da hipótese espírita dos estados de
transe e possessão e também no entendimento do sistema espiritual
abordado pelo protocolo de Qualidade de Vida da OMS, procurando
pesquisar as possibilidades da hipótese espiritual no processo de saúde e
doença. Esta argumentação frente à abertura que a Medicina Oficial está
dando para o entendimento do sistema espiritual permitiu que meu
protocolo de pesquisa no estudo de 120 pacientes abordados segundo a
óptica bio-psico-socio-espiritual fosse aprovado oficialmente junto à
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, e esta pesquisa já
está sendo desenvolvida.
Julgo que a Medicina e a Ciência nas universidades precisam
criar institutos e departamentos com todos os recursos para pesquisa
cientifica, a fim de estudar a hipótese espiritual. É para este ideal
que procuro contribuir para que esta questão não fique pautada em cima
de opiniões pessoais.
É inequívoco que a Medicina e a Ciência estão abertas para esta hipótese.
Dr. Sergio Felipe de Oliveira - CRM 62.051
Sou médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade
de São Paulo. Anatomista pelo Instituto de Ciências Biomédicas da
Universidade de São Paulo com área de concentração em Neurociências e
Neuroanatomia Ultraestrutural. Mestre em Ciências pela USP. Coordeno a
Disciplina Optativa Medicina e Espiritualidade da FMUSP enquadrada no
item práticas médicas para graduandos de medicina. www.fm.usp.br/cedem/simposio/simposio.php
sábado, 24 de novembro de 2012
NÃO ESCONDA A TRISTEZA
Apesar de vivermos quase numa "Ditadura da Felicidade", temos que
entender que a vida não se faz só de momentos felizes, mas de um
repertório equilibrado de emoções que dão sentido a nossa existência.
Neste contexto, não deveríamos ter medo de revelar quando estamos
tristes, pois, assim como a felicidade, a tristeza é também um
sentimento legítimo e deve ser encarado sem preconceito em nosso
repertório de emoções humanas.
A
tristeza não é a mesma coisa que depressão. Tristeza é um estado onde
ficamos mais quietos e sensíveis, em busca do silêncio e da solidão para
nos refazermos. Estar triste é a revelação do nosso cansaço com
desilusões, frustrações e repetições da vida.
Ao invés de
tentar compreender nossa tristeza, tentamos a todo custo disfarçá-la e
sufocá-la, não nos permitindo a essa experiência humana. Quando
encaramos a tristeza como sinal de fraqueza ou desadaptação, preferimos
maquiar nossas emoções com comportamentos aceitos socialmente, onde tudo
tem que parecer estar sempre bem e o sorrisos nunca podem faltar em
nosso semblante.
Ao invés de viver numa farsa, permita-se viver
sua tristeza, pois ficar triste não é um erro ou sinal de fraqueza, ela
é uma necessidade passageira desse nosso jeito humano de ser.
Pedro Leite Machado
Psicólogo Especialista em Gestalt-terapia Clínica
https://www.facebook.com/ psi.pedroleite
A tristeza não é a mesma coisa que depressão. Tristeza é um estado onde ficamos mais quietos e sensíveis, em busca do silêncio e da solidão para nos refazermos. Estar triste é a revelação do nosso cansaço com desilusões, frustrações e repetições da vida.
Ao invés de tentar compreender nossa tristeza, tentamos a todo custo disfarçá-la e sufocá-la, não nos permitindo a essa experiência humana. Quando encaramos a tristeza como sinal de fraqueza ou desadaptação, preferimos maquiar nossas emoções com comportamentos aceitos socialmente, onde tudo tem que parecer estar sempre bem e o sorrisos nunca podem faltar em nosso semblante.
Ao invés de viver numa farsa, permita-se viver sua tristeza, pois ficar triste não é um erro ou sinal de fraqueza, ela é uma necessidade passageira desse nosso jeito humano de ser.
Pedro Leite Machado
Psicólogo Especialista em Gestalt-terapia Clínica
https://www.facebook.com/
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
REMEMORAÇÃO E REMINISCÊNCIA
Walter
Benjamin dá a esses conceitos: na rememoração o tempo passado não é vazio nem homogêneo, enquanto que a reminiscência reforça a ideia de que ao mesmo tempo em que não se pode conhecer o
passado em sua totalidade, é possível articular uma compreensão, ainda
que provisória, sobre ele.
"Rememorar não significa apenas evocar o passado, ao contrário, nesse ato há um desejo em transformá-lo de modo a acabar o que ficou inacabado. Por isto, a evocação do passado não se limita à ordenação irreversível, assim como os seus nexos são ditados por afinidades eletivas e estas condicionam a cada presente a construção de sua própria história."
Walter Benjamin
domingo, 4 de novembro de 2012
Cientistas pesquisam existência da alma
Segundo pesquisadores americanos, a alma humana estaria localizada no cérebro
Reprodução
Alma, dizem os cientistas, estaria dentro do cérebro
Muitas pessoas garantem: já viram almas andando por aí. Dois cientistas querem ajudar essas pessoas a não virarem chacota – eles fazem uma pesquisa científica para provar que almas realmente existem.
Para os dois cientistas, elas são mais do que que isso. Pelo menos é o que afirmam na pesquisa que visa a formar a teoria quântica da consciência.
Segundo os pesquisadores, os microtúbulos têm energia quântica do universo. Essa energia seria a alma e ajudaria a formar a consciência de uma pessoa durante toda a sua vida. Portanto, quando a pessoa morre, essa energia quântica voltaria ao universo, de onde veio. Isso seria, portanto, a alma.
A teoria de ambos é muito criticada pela comunidade científica.
E toda vez que são provocados por um pesquisador, eles respondem com a teoria das pessoas que são ressuscitadas depois de uma parada cardíaca e sempre voltam com uma história do momento da morte.
Para eles, a história nada mais é do que a experiência dessa energia quântica indo embora do corpo e se vendo obrigada a voltar – já que a pessoa conseguiu sobreviver ao acidente cardíaco
Fonte: www.exame.com
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